sexta-feira, 20 de novembro de 2015

FEIRA DO LIVRO INFANTIL 2015 _EB1 VÁRZEA E EB1 D.CARLOS I

Com o objetivo de melhorar os hábitos de leitura dos nossos alunos e continuar a promover o livro, realizou-se de 16 a 18 de novembro  na EB1 da Várzea e de 18 a 20 de novembro na EB1 D. Carlos I a 1.ª FEIRA DO LIVRO INFANTIL.

A mesma foi levada a cabo através da + Cultura e o lucro obtido reverteu em livros para a nossa BECRE. Conheçam as nossas novidades, já disponíveis para requisição.





Vejam aqui a emoção das crianças à volta dos livros e da leitura!

EB1 DA VÁRZEA:



EB1 D. CARLOS I:



terça-feira, 17 de novembro de 2015

HISTÓRIAS MÁGICAS NO JI

No âmbito do Projeto Histórias Mágicas no JI, a Biblioteca Escolar D. Carlos I realizou no dia 17 de novembro de 2015 uma sessão de promoção do livro e da leitura na Sala 2 da EB1 da Várzea.


A obra trabalhada foi O Casamento da Gata de Luísa Ducla Soares. Depois de trabalhada a história através da ordenação dos vários momentos e da identificação das personagens, os jovens leitores foram conhecer o JIL.

Para quem não sabe, o JIL é uma plataforma online, denominada de “Jogos Interativos da Leitura”. Inclui oito histórias da autora Luísa Ducla Soares apresentadas em formato áudio e um conjunto de jogos digitais. 

Trata de um programa de literacia familiar, que procura fomentar interações positivas entre pais e filhos em idade pré-escolar em torno da leitura de livros e que, por sua vez, sejam promotoras de hábitos de leitura em casa e ao longo da vida.

Assim, com a ajuda do simpático dinossauro JIL os dezanove meninos deste jardim realizaram muitos jogos de leitura digitais em que tiveram de encontrar antónimos, dividir sílabas, descobrir rimas e até conhecer o feminino das palavras, tudo de forma muito leve e divertida.

Caros Pais e Encarregados de Educação, se quiserem passar um bom momento com os vossos filhos e educandos, e conhecer melhor a obra da Luísa Ducla Soares, é só clicar na imagem. Bons jogos!

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Exposição "Rosa dos Ventos" na galeria Almada Negreiros da EB D. Carlos I

Da responsabilidade das Professoras Ana Falcão, Ana Jones, Luísa Feijó e Conceição Correia e à semelhança do ano transato, esteve patente de 9 20 de novembro  de 2015 na galeria Almada Negreiros da EB D. Carlos I a exposição e concuso "Rosas dos Ventos". A mesma teve como objetivos construir com criatividade uma Rosa dos ventos individualmente ou em grupo, utilizando materiais recicláveis; conhecer os pontos cardeais, colaterais e intermédios; participar em atividades de grupo; e planificar uma atividade em articulação vertical entre HGP de 5º ano e Geografia do 7º ano. Deste modo, os intervenientes foram todos os alunos do 5.º ano de  de HGP e do 7º ano de Geografia. 

Em contexto de sala de aula, na companhia da professora da disciplina, os alunos visitaram a exposição previamente montada pelas professoras dos grupos disciplinares envolvidos. Todos os alunos votaram na rosa dos ventos preferida, do 5º ano e do 7º ano, tendo sido apurados os seguintes resultados: 5º ano total de votos: 288; 7º ano total de votos: 286. 

Aos alunos vencedores foram atribuídos prémios: livros e material escolar oferecido por editoras.

Espreitem aqui os melhores trabalhos:



quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Exposição e Concurso de efígies "A penny for the Guy!" na BECRE D. Carlos I

Na noite em que a Conspiração da Pólvora foi descoberta, 5 de Novembro de 1605, acenderam-se fogueiras para celebrar a segurança do Rei. Desde então, a noite desse dia passou a ser chamada de “Bonfire Night” ou Noite das Fogueiras.
O evento é comemorado todos os anos com fogo-de-artifício e com fogueiras onde é queimada a efígie do Guy Fawkes, o executante da Conspiração da Pólvora. As efígies são feitas com roupas velhas e enchidas com papel amassado de modo a que pareçam mesmo uma pessoa, neste caso, o Guy Fawkes.

VENCEDORES DA MELHOR EFÍGIE:

Francisco Santos, n.º 6, 6.º E
Gonçalo Rocha, n.º 8, 6.º E
Martim Nunes, n.º 14, 6.º E
Rodrigo Lopes, n.º 20, 6.º E



Estes “Guys” são depois queimados na fogueira. Antes do dia cinco de Novembro é costume as crianças andarem pelas ruas com o espantalho e pedirem “A penny for the Guy” ou seja, “Um tostãozinho para o Guy”. Com o dinheiro compram estalinhos e foguetes.

Deste modo, e novamente numa articulação entre o subdepartamento de Inglês e a Biblioteca Escolar, os alunos do segundo Ciclo foram convidados a dar vida a esta tradição participando num concurso de construção de efígies criativas e originais. 

Confiram aqui outros magníficos trabalhos: 

Alunos da D. Carlos I apresentam peça teatral no Centro Cultural Olga Cadaval.

Guy Fawkes Day foi a festividade escolhida este ano pelo Subdepartamento de Inglês em detrimento do já habitual comemoração do Halloween

A atividade dirigiu-se aos sextos e nonos anos e teve como objetivo divulgar a cultura e as festividades Anglo-saxónicas e incrementar o gosto pela aprendizagem da Língua Inglesa, através de um instrumento didático que se assume nos dias de hoje como uma nova forma de comunicação no campo educativo: o teatro na escola.

Para além da divulgação do episódio marcante da história de Inglaterra, a celebração consistiu na encenação da peça “A Conspiração, a Pólvora e o Ardil”, da autoria da Professora Bibliotecária do Agrupamento D. Carlos I no dia 5 de novembro de 2015 pelos alunos do 9.º E, e na realização de uma exposição intitulada "A penny for the Guy!" que estará patente na galeria Almada Negreiros da EB D. Carlos I  até ao final do mês de dezembro.

O espetáculo culminou com a apresentação do Hino Oficial da EB D. Carlos I pelos alunos do 6.º E e com orquestração do Professor Victor Santos.

Na mesma ocasião foi ainda chamado ao palco o vencedor do Concurso "O Hino da Minha Escola" - http://becredcarlosi.blogspot.pt/2014/10/participa-no-concurso-o-hino-da-minha.html-,
o Encarregado de Educação Paulo Lawson, onde teve oportunidade de escutar mais de duzentos alunos da escola - que também um dia frequentou - entoar o hino da sua criação.

EE Paulo Lawson e o Professor Victor Santos

A Sr.ª Diretora, Dr.ª Joana de Oliveira, felicita
 Alunos e Professores pelo trabalho realizado
Depois deste momento tão emocionante, uma coisa é certa, dificilmente os que estiveram nesta atividade dificilmente poderão esquecer as famosas linhas: "Lembrai, lembrai o 5 de Novembro! A conspiração, a pólvora e a traição!" 


Deste modo e numa semana em que se relembraram os defuntos, a E.B. D. Carlos I ressuscitou o terrível e sanguinário Guy Fawkes, através da recriação do momento em que um grupo de conspiradores tentou explodir com o Parlamento Inglês e matar o rei Jaime I. O executante desse ato hediondo foi precisamente Guy Fawkes, um soldado Inglês. 

O impiedoso Sir Robert Catesby e o grupo de conspiradores:

A peça foi levada à cena pelos alunos do 9.º E no Centro Cultural Olga Cadaval que gentilmente disponibilizou o espaço e colaborou no apoio técnico a custo zero, e a quem desde já enviamos o nosso muito obrigado.



A carta para Lord Monteagle que iria denunciar a tentativa de regicídio: 



Teatro na escola. Porquê? 


Tomando em consideração que o teatro engloba as demais artes, sendo por isso a mais completa forma de expressão, o mesmo cria as condições necessárias para a maturação psicológica dos alunos e constitui-se indubitavelmente como um elemento fulcral na formação integral dos mesmos, nas vertentes intelectual, ética, moral, artística e social. O teatro é, antes de qualquer coisa, uma arte. Mas é uma arte que se associa à história do homem e à própria história da comunicação humana. Será pois sempre importante criar condições favoráveis ao desenvolvimento do pensamento lógico e da criatividade dos alunos e estimular a sua participação na representação de acontecimentos passados, já que a reflexão daí decorrente permite-lhes comparar e reformular os mesmos, assegurando-se deste modo a continuidade do processo cultural.

A educação e o teatro - em toda a sua multipliciadade e associado às diferentes expressões culturais tais como a literatura, a música ou a dança-, assumem-se, por conseguinte, como mecanismos primordiais de transmissão de cultura, e de ampliação de horizontes que podem levar os alunos a serem eles próprios agentes de transformação social. Quando bem utilizado, o teatro leva-nos a repensar a realidade e a querer por vezes alterar a ordem instituída.

O grupo de jovens atores do 9.º ano no camarim do CCOC
Provocar a reflexão - purificar, por meio de catarse, o espírito do homem- é e será sempre a primeira função do teatro. E este, com toda a sua magia, permite que os alunos analisem o mundo que os rodeia de forma crítica e reconheçam o seu papel enquanto cidadãos formados e condicionados pelo meio em que se inserem. Assim sendo, em termos mais filosóficos, o teatro também incomoda, ao obrigar-nos a pensar o mundo.Para além disso, a utilização de técnicas teatrais promove a integração e a cooperação do trabalho em grupo e o próprio jogo teatral contribui para o desenvolvimento do equilíbrio emocional, do pensamento crítico, do corpo e da mente e logo favorece a educação e o processo de ensino-aprendizagem. 

A função da escola não é apenas a de ensinar conteúdos mas também, enquanto agente de formação, viabilizar formas de acesso ao lazer, à cultura, às práticas desportivas, e assim contribuir para uma integração plena dos alunos na sociedade. Ao integrar o teatro no processo de ensino-aprendizagem, a escola promove a formação integral do aluno, despertando o gosto pela leitura, promovendo a socialização e, principalmente, melhorando a aprendizagem dos conteúdos propostos pela escola. Ao integrar o teatro no processo de ensino-aprendizagem, a escola contribui para o sucesso educativo ao desenvolver características como a espontaneidade, a aceitação de regras, a criatividade, o autoconhecimento, o sentido crítico, o raciocínio lógico, a intuição, o conhecimento do grupo e de si próprio e de elementos de cultura.